Rito Extraordinário e Rito Ordinário

26/01/2013 17:40

A forma ordinária de se celebra a Santa Missa promulgado por Paulo VI tem todas as suas riquezas, apesar de por muitos em desobediência fazerem do Rito um "circo de horrores" o problema não é o Rito, pois o mesmo bem celebrado é belíssimo, mas as intenções daqueles que sem autoridade alguma agem de forma a "profanar" o sagrado. Intenções com cunhos liberais, modernistas e profanos que querem tirar da liturgia aquilo que ela é Obra de Deus. (Veja as orientações em: REDEMPTIONIS SACRAMENTUM)

 

Analisamos que o erro não esta no Rito, mas na intenção de quem comete os abusos, pois se o Rito não tivesse sido promulgado, aqueles que desejassem destruir o Sagrado da Liturgia o fariam do mesmo jeito independente do Rito A ou B.

Somos Católicos não com bandeiras Tradicionalista ou Modernista , pré  ou pós  Conciliar e sim Católicos Apostólicos Romano, amamos a Liturgia da Igreja e a Santa Sé, mas não admitimos a falta de zelo com o Sagrado da Liturgia por influências do marxismo, teologia da libertação e até maçonaria.

A Santa Missa é a atualização do único e eterno sacrifício de Cristo em sua Paixão, Morte e Ressurreição de forma incruenta e seja celebrado no Rito Romano Latino de Paulo VI ou João XXIII,  nos Ritos Orientais e outros Ritos aprovados pela Santa Sé, estamos unidos no mesmo e Augusto Mistério.

O Povo de Deus quer o mistério se engana quem por uma desculpa de inculturação ou “falar a língua do povo” tira o zelo da Liturgia na celebração eucarística, mentalidade esta liberal, marxista e desobediente. “O zelo por tua casa me consome” (Sl 68,10).

Por fim, a Santa Missa na forma Versus Deum ou Versus Populum, devem ser celebradas e vividas com total entrega e zelo, não existe a mais ou menos santa, mas existe a com falta de zelo, com forma protestante, sem fidelidade litúrgica, ou seja sem amor ao autor e consumador de nossa fé. E não é isto que a Igreja crê (lex credendi) por isso tão pouco pode ser o que ela reza (lex orandi).

"O Missal Romano promulgado por Paulo VI deve ser considerado como a expressão ordinária da lei da oração (lex orandi) da Igreja Católica de Rito Romano, enquanto que o Missal Romano promulgado por São Pio V e publicado novamente pelo Beato João XXIII como a expressão extraordinária da lei da oração ( lex orandi) e em razão de seu venerável e antigo uso goze da devida honra. Estas duas expressões da lei da oração (lex orandi) da Igreja de maneira nenhuma levam a uma divisão na lei da oração (lex orandi ) da Igreja, pois são dois usos do único Rito Romano. Portanto, é lícito celebrar o Sacrifício da Missa de acordo com a edição típica do Missal Romano promulgado pelo Beato João XXIII em 1962 e nunca anulado, como a forma extraordinária da Liturgia da Igreja." (Trecho motu proprio summorum pontificum).

 

Por Junior Mathias

Voltar