Igreja Una Santa Católica e Apostólica


Respeito sua opção e não o seu pecado!

29/06/2015 21:16

 

"A homossexualidade designa as relações entre homens ou mulheres, que experimentam uma atração sexual exclusiva ou predominante para pessoas do mesmo sexo. Tem-se revestido de formas muito variadas, através dos séculos e das culturas. A sua gênese psíquica continua em grande parte por explicar. Apoiando-se na Sagrada Escritura, que os apresenta como depravações graves a Tradição sempre declarou que «os atos de homossexualidade são intrinsecamente desordenados». São contrários à lei natural, fecham o ato sexual ao dom da vida, não procedem duma verdadeira complementaridade afetiva sexual, não podem, em caso algum, ser aprovados."

"Um número considerável de homens e de mulheres apresenta tendências homossexuais profundamente radicadas. Esta propensão, objetivamente desordenada, constitui, para a maior parte deles, uma provação. Devem ser acolhidos com respeito, compaixão e delicadeza. Evitar-se-á, em relação a eles, qualquer sinal de discriminação injusta. Estas pessoas são chamadas a realizar na sua vida a vontade de Deus e, se forem cristãs, a unir ao sacrifício da cruz do Senhor as dificuldades que podem encontrar devido à sua condição."

"As pessoas homossexuais são chamadas à castidade. Pelas virtudes do autodomínio, educadoras da liberdade interior, e, às vezes, pelo apoio duma amizade desinteressada, pela oração e pela graça sacramental, podem e devem aproximar-se, gradual e resolutamente, da perfeição cristã." (CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA Parágrafos 2357-2359)

Muitos "católicos" tem se apoiado em declarações do Papa Francisco para dizer que a Igreja tem aprovado a união sexual homoafetiva que é um grave engano. Quando Sua Santidade esteve no Brasil e lhe perguntaram sobre os homossexuais ele simplesmente respondeu: "quem sou eu para julgar". Se você conseguiu ver nessas palavras um apoio a homoafetividade está precisando de um 'nariz mais católico', essas palavras nos remetem a Jesus em seu Evangelho que diz: "quem não tem pecado atire a primeira pedra". A Igreja como lemos nos parágrafos anteriores do Catecismo nesse texto pede "respeito, compaixão e delicadeza" é justamente isso que o Papa quis dizer. Não condenamos a pessoa enquanto ser, mas suas práticas que por sinal são abomináveis desde a era do Antigo Testamento.

Dizem que nós católicos somos preconceituosos e intolerantes, mas o que dizer da grande massa "gaysista" que esteve em São Paulo nos últimos tempos? Eles não são preconceituosos para conosco e também intolerantes? Basta ver as atitudes, elas dizem por si mesma, não precisa de análise profunda para tal.

Existem pessoas com tendências que sabe aceitar essa condição e até vivem a castidade de continência proposta essa pelo Catecismo. Também existem homossexuais que vivem essa prática de maneira discreta e respeitosa para com os princípios divinos e eclesiais. Como também, agora digo, na grande maioria "gaysistas" que não sabem se portar, não tem respeito consigo mesmo e nem com o próximo. Mas, lembrando que os dois últimos grupos que citei tem práticas contrárias ao Evangelho e estão em condição de pecado. Insisto em dizer que enquanto pessoas devem ser acolhidas em qualquer âmbito, mas sua prática precisa ser rejeitada e apontada.

Voltando ao assunto Papa Francisco, esse, em nenhum momento dessas declarações onde muitos "católicos" tem visto uma aceitação da prática homoafetiva exercia o Magistério extraordinário (ex-cathedra), sendo esse como cunho de ensinar a Igreja e de modo universal e tão pouco também o Magistério ordinário onde tem o papel de ensinar um pequeno grupo de fiéis. Então, essas declarações são como um bate papo entre amigos e não tinha nenhum interesse em ensinar algo, sendo que o seu pedido foi aceitar a pessoa e não o seu pecado.

Um padre amigo me disse uma vez: "Helder, o fulano me disse que você odeia ele por ser homossexual". Uso dessa frase para explicar, não tendo ódio a homossexuais (inclusive tenho amigos que são), como já falei aceito a pessoa, mas não sua prática. Seria o mesmo que pensar num assassino confesso de crianças ou idosos, a pessoa precisa ser amada e ter os seus direitos respeitados, mas o que ele fez precisa ser repudiado. Não estou comparando o pecado de um homossexual ao de um assassino, mas simplesmente para mostrar que são situações onde o ser tem que ser respeitado, mas sua ação repudiada.

Do mesmo jeito que os homossexuais pedem respeito eu também peço. Tenho filhos e preciso que seus direitos sejam resguardados e não seja enfiado goela a baixo uma lei ou leis que o taxem e tirem deles a sua dignidade.

Se vocês tem do "Estado" a garantia dos seus direitos serem guardados espero que esse mesmo me dê a oportunidade de poder gritar aos quatros cantos: "Sou heterossexual e amo minha condição e dignidade!"

"O amor venceu?" Sim, e foi aproximadamente no ano 33d.c onde o próprio Deus encarnado deu sua vida para que todos tenham vida e vida em abundancia. Onde Ele com toda a clareza repudiou o pecado e amou o pecador. Entendeu?

Por Helder Filho

 

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