Opção preferencial “sem” os pobres!

13/05/2013 00:49

Esta corrente é a "teologia" da libertação que em nome dos pobres, reivindica a eles um direito e cobra da Igreja um "dever".

Bem, os famosos ideólogos da libertação como Leonardo Boff, Frei Betto, Gutierrez, Padre Beto (bola da vez) entre outros anônimos, que de uma forma eloquente e acadêmica, falam tanto sobre esta opção e fazem rios de dinheiro com suas obras, palestras e divulgação muitas vezes heréticas e contorcidas da Doutrina Social da Igreja.

Gostaria de saber quem é que os autoriza a falar dos pobres, ou o que já fizeram os mesmos além de se enriquecer em nome desta ideologia?

Acredito que eu possa falar um pouco dos pobres, por uma experiência de vida, por ter muitas vezes dedicado horas de labor aos pobres, por sair as ruas ao encontro destes, por dormir nas embaixo de marquises com eles, por tantos curativos feitos em pés chagados, por tantas vezes e em diversas cidades do Brasil e fora do país, ter parado em praças públicas e feito a barba, cortado as unhas, dado um alimento, uma coberta para um deles. Por horas de sono perdidas, me levantando nas “madrugas”, para acompanhar um acamado em estado vegetativo e fazer mudança de decúbito, por tantas feridas limpas, por tirar bichos “bigatos” de feridas entre tantos outros relatos em mais de 7 anos dedicados ao serviço dos pobres.

Agora, o que estes que se dizem "intelectuais marxistas", já fizeram pelos pobres?

Além de falar deles e utilizar desta condição para criar uma luta de classe, como se os mesmos fossem os “operários” contra os burgueses, a "Igreja", se na verdade quem vive a vida de burgueses são os próprios palestrantes da ideologia da libertação e é a pior burguesia que existe, a hipocrisia, pois usam de um tema (a pobreza) para tecer teses e doutorados, conferência para outros mais burros do que estes, que querem um discurso acadêmico em torno da luta de classes.

Revestem-se do poderoso anel de tucum (anel de casca de côco, tipico dos TLs) e acreditam estarem os mesmos, revestidos de uma autoridade magistral, para anunciar, pobre com os pobres, por ter o anel da invencibilidade contra a opressão desta burguesia, autoritária que é a Igreja Romana? E pouco importa se aquilo que dizem e professam tenha cunho e argumentação mentirosa, pois defendem um partido, uma ideologia á preço de sangue, passam por cima da moralidade e tudo o que acusam a Igreja de cometer, de forma mentirosa; não enxergam seus erros? São burros ou tudo faz parte do “grande projeto”?!

O que mais me deixa indignado são os aplausos vindo da imbecialidade coletiva, daqueles que sustentam tais ideologias, comprando seus livros, pagando por suas conferências e defendendo como Judas à venda por 300 denários do perfume da fidelidade Apostólica.

O Papa João Paulo II, em sua chegada à Manágua, levanta seu dedo e repreende publicamente

a teologia da libertação. Na foto, com o ex-sacerdote jesuíta sandinista Ernesto Cardenal.

 

Até onde pode ir o sarcasmo de infidelidade e de incoerência com a verdade destes discípulos de Judas Iscariotes? Pois, eles pregam aquilo que seus discípulos “o mundo” quer ouvir. Já ouvimos Frei Betto e Leonardo Boff pregar sobre a legalidade “teológica” da união homoafetiva, sobre a liberação do aborto, como um sinal de coerência, com a "mortandade" (fato este mentiroso) das causadoras do mesmos ou dos traumas causados, pelo abortismo. Mas o que esperavam eles? Que as mães abortistas ficassem sem "traumas", após assassinar seus filhos, ou que para legitimar uma união homoafetiva precisa se do aval destes “grandes” teólogos que só tem no cerne de suas pregações o Logos (palavras) e o Teo (Deus) já se foi a muito tempo?

Como pode alguém considerar Leonardo Boff como um teólogo, pois ele é panteísta nos seus ensinamentos, de que deus mesmo ele se diz estudioso? Mãe Gaia?!

Vejam como as coisas caminham: entre os doze tínhamos, onze fiéis e um seduzido (como o Evangelho nos fala) por Satanás e hoje, temos quantos seduzidos pelo Diabo? Será que a quantidade de fiéis é inferior ao de infiéis?

Espero em Deus, que estejamos pelo menos em 50% para cada lado, sendo muito otimista. Pois o estardalhaço midiático que estes conseguem fazer é de uma conjectura alarmante e financiada, por um país que esta a beira de um golpe comunista (PTralhas).

Como disse já não se exige de mais ninguém a coerência de vida com aquilo que se fala/prega, está mais valorizado o papel intelectual dos acontecimentos, do que as ações e tampouco a verdade importa, pois já não existe verdade, onde tudo é relativizado e diversas verdades existem, quanto cabeças existem.

E o que precisa hoje para ser “intelectual” no Brasil? Respondo; pouca coisa. Para iniciar, basta se opor àquilo que é tradicional, crie uma visão que agrade a sociedade de forma a compactuar com ela e seja submisso a ela. Modele seu discurso conforme os ouvidos desejem e pronto, já terá seu público para financiar seus livros e palestras. Não é o que o Boff e o Betto fazem e sempre fizeram? Transformaram um discurso de pobreza no seu ganha pão, mas jamais chegaram realmente ao pobre, a única pobreza que conhecem é a intelectual e a da verdade, canalhas isso que são, canalhas!

 

Por Junior Mathias

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