Igreja Una Santa Católica e Apostólica


O mal do "cristianismo" subjetivo.

15/02/2013 18:45

Uma forma de professar a fé em Cristo, que tem arrebatado multidões é o “cristianismo subjetivo”. Forma esta de fé que é incoerente com os fundamentos da fé Cristã, professada pelos apóstolos, ensinada pela Igreja e testemunha por Cristo.

No mundo de hoje, onde a fé possui válidade, pelo aquilo que você diz acreditar e não por aquilo que você vive, muitos que afirmam serem cristãos, o professam de uma forma totalmente subjetiva, ou seja, com diferença primordiais ao “objeto” e fundamentos do cristianismo.

A afirmação que estamos vivendo o século, da informatização onde a globalização, segundo eles trás conhecimento para todos e pode se opinar e expressar da sua maneira e como queira o que pensa ou acredita, cada dia mais vemos aberrações no que se diz a fé cristã.

Vejamos as incoerências; quantos afirmam serem “católicos não praticante”; que fique claro, não existe católico não praticante, um católico não praticante na verdade ele pode ser 3 coisas; cismático, herege ou apóstata. Não vou explicar agora á diferença de cada um aqui, logo teremos uma matéria sobre, no site.

A subjetividade do cristianismo, consisti em professar um amor à Cristo, mas sem aderir á verdade de Cristo, é o cristianismo de “censos”, o não praticante. Imagine eu dizer: - Sou jogador de futebol, não praticante! E esta forma de professar o cristianismo está tão acentuada no popular, que muitos passam a acreditar que isto é a verdade do evangelho, onde o individuo acredita piamente em ter em sua vida as bênçãos do céu, independentemente se tenha uma vida de bençãos.

A subjetividade faz com que a fé se torne algo tão superficial, a ponto de acreditar que os sintomas físicos são ações de Deus, choro, arrepio, calores, sudoreses... e acredita- se profundamente, “amado” e “tocado” por Deus, devido a estas manifestações. E vai tornando a fé em crença e até superstição, levado pelo imediatismo.

A tamanha falta de coerência entre o que se professa com os lábios e o que se vive, tem seu cunho na reforma luterana que afirmava a justificação pela fé.  Uma distorção completa da própria fé, já que o tamanho da fé não é medido pelo quanto se professa, mas por quanto se vive o que crê e por quanto aquilo que se crê esta enraizado na verdade, ensinada pelos séculos na Igreja.

A divulgação do "curandeirismo de Jesus", digo curandeirismo, não porque não creia na cura realizada por Deus, seja física, psíquica ou espiritual, mas pela forma como se atribuí a cura de Deus, como se fosse uma manifestação exclusiva de fé, onde a cura, diz o quanto você tem fé, e o não curado é demonstrativo de falta de fé, o que é profundamente desmentido pela própria vida dos santos da Igreja. Logo, entramos no subjetivismo da cura também, aquela expressão em meio a uma multidão afirmando se palavra de Deus:

- Deus esta curando alguém aqui de ... outro de ... e mais outro de ... faz se um subjetivismo, pois você joga no ar, algo em meio a uma multidão e vemos no que vai dar...

Como disse, não estou me referindo quanto á graça de um servo de Deus, poder realizar alguma manifestação extraordinária, como temos relatos concretos na vida dos santos da Igreja, mas toda espécie de milagre na vida dos santos não era subjetiva e sim objetiva, curou, quem, como, e onde.

Por isso, que o cristianismo de forma subjetiva é um mal para o próprio individuo, pois não tem raízes na fé Cristã e sim numa crença pessoal ou popular. O que não tem nada a ver com o Catolicismo!

por Junior Mathias

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