Lectio Divina Solenidade da Assunção de Maria

16/08/2014 18:00

A Assunção de Maria foi o último dogma a ser proclamado, por obra do papa Pio XII, a 1o de novembro de 1950. Na Constituição Apostólica “Munificentissimus Deus”, o Pontífice afirmou que, depois de terminar o curso terreno de sua vida, ela foi assunta de corpo e alma à glória celeste. (Leia mais em: Os 4 dogmas marianos.)

Dia 15 de agosto é a Solenidade da Assunção de Maria aos céus, que no Brasil se celebra sempre no Domingo próximo.

Nesta lectio divina, somos convidados a grande esperança dos eleitos do Senhor, onde não somente nossos corpos vão Ressuscitar, mas glorificaremos à Deus por toda a Eternidade. Todos os homens vão ressuscitar! Mas, alguns estarão com Ele e outros não.

Cristo é a primicia é o Novo Adão e Maria é apontada como a Nova Eva, a Mulher que gera o Salvador, aquela a quem Isabel “cheia do Espírito Santo” chama de Bendita.

João na sua visão do Apocalipse vê a grande batalha entre os filhos de Deus e o mal personificado no dragão e o grande ódio que se tem contra aquela que gera o Salvador de todos os povos á quem Deus reserva um lugar.

Não é possível ser Cristão sem uma profunda devoção Mariana, as escrituras são claras; o Apocalipse retrata Maria como a Mulher vestida de sol, grávida, coroada por doze estrelas e a lua debaixo de seus pés. E o que dizer da visita de Maria a Isabel? “Mal sua saudação chegou aos meus ouvidos e a criança (João Batista) pulou em meu ventre.” 

Paulo, afirma que há uma ordem determinada na ressurreição e que Cristo é o primeiro e depois os que a Ele pertencem, assim é esta Solenidade em que a primeira discípula de Cristo, sua mãe é Assunta ao céu, de corpo e alma. Ela não foi a primeira cidadã do céu, mas a primeira em corpo e alma e nós com auxilio da graça queremos ser ressuscitados para á Glória, alguns de nós já estaremos com Ele, outros ainda não, mas com nossos corpos gloriosos participes da Gloria Eterna do Paraíso.

Esta é nossa esperança nesta festa litúrgica, Marianos que somos por que assim quis Deus!

 

Por Junior Mathias

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