Igreja Una Santa Católica e Apostólica


Lectio Divina - 16º DOMINGO Tempo Comum

23/07/2017 10:03

 

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.

“Aquele que semeia a boa semente é o Filho do Homem. O campo é o mundo. A boa semente são os que pertencem ao Reino. O joio são os que pertencem ao Maligno. O inimigo que semeou o joio é o diabo. A colheita é o fim dos tempos. Os ceifeiros são os anjos. Como o joio é recolhido e queimado ao fogo, assim também acontecerá no fim dos tempos: o Filho do Homem enviará seus anjos, e eles retirarão do seu Reino todos os que fazem outros pecar e os que praticam o mal; e depois os lançarão na fornalha de fogo. Aí haverá choro e ranger de dentes.” (Mt 13, 37-43)

Vamos voltar a liturgia de Domingo passado, Parábola do Semeador, lá vemos o terreno que recebia a semente, ou seja, a nossa vida interior (as dificuldades internas que cada um tem de receber a Palavra de Deus); percebemos vários tipos deles e em diversas circunstâncias. Podemos remeter isso ao progresso da nossa vida espiritual, vários estágios que passamos até chegar ao terreno fértil.

A Liturgia de hoje também fala de um terreno, só que aqui as intervenções que ele sofre é externa, o mundo, aquilo que este faz para dificultar nossa vida cristã. Hoje nós não somos o terreno e sim o trigo, a semente verdadeira. Mas dentro disso tudo existe o joio, aqueles que não são católicos e querem atrapalhar que o trigo nasça com mais força e beleza. E o engraçado dessa parábola é que o Senhor usa o joio e o trigo, pois eles semelhança. Só que no fim só o Trigo dá espigas e pode ser colhido pois o outro não tem raízes e não faz parte desse terreno que é a Igreja Católica.

Nesta liturgia o Senhor também nos convida a paciência, em esperar crescer ambos para que possa reconhecer a verdadeira semente. Pois, na paciência poderemos reconhecer os verdadeiros discípulos e seguidores de Cristo, pois “pelo fruto conhecemos a árvore”, e, não cairmos no pecado do julgamento daqueles que achamos não fazer parte desse terreno.

Caminhemos com os olhos fixos no Senhor, carregando sua cruz e no fim seremos recompensados com o mais belo e duradouro fruto: a vida eterna.

Por Helder Rodrigues

 

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