Igreja Una Santa Católica e Apostólica


E a camisinha, porque somos contra?

21/09/2013 09:13

Sempre quando questionados sobre o uso da camisinha, nos acusam  de “criminosos” (Vide o Dr. Dráuzio Varella), mas antes de ser contra os preservativos, somos a favor da CASTIDADE.

Quando atacados por estas argumentações falaciosas, midiáticas e por médicos sem o mínimo de pudor, que estão comprometidos com a promiscuidade, visto que esta gera receita, em seus consultórios, para grandes empresas de anticoncepcionais, camisinhas, pílulas do dia seguinte, pornografia, gels etc.

Então precisamos construir nosso argumento de forma inversa, do porquê a Igreja é contraria ao uso da camisinha, isto que tentarei fazer aqui:

Quando vamos falar deste assunto, não podemos partir do uso da camisinha, mas do 6° mandamento da lei de Deus: Não pecar contra a Castidade! Pois, aqueles que atacam a Igreja em suas posições, sabem que este é o principal motivo da Igreja, ao uso da camisinha, mas atacam o uso em si, pois é fácil criar uma objeção ao uso, mas não ao mandamento de Deus. Quando questionam a posição da moral católica tecem sua argumentação em vista da Aids, contracepção e outras DSTs, se formos debater explicando por exemplo: Que o tamanho dos microporos que contêm no látex são maiores que o vírus da Aids, que ao retirar o preservativo ainda sim pode ter contato com a mucosa e transmitir alguma doença, que pode estourar... etc etc. Sempre receberemos uma negativa, ou taxados de loucos! Basta vermos esta comparação de uma campanha intensa baseada na mensagem da abstinência sexual e fidelidade conjugal: Uganda alcançou uma redução da taxa de infecção de 29% para 4% em apenas dez anos. Por outro lado, em Botswana e África do Sul, onde houve um derramamento de camisinhas, a AIDS aumentou. A África do Sul tem  22% da população com o vírus . A situação de Botswana é ainda pior, com 37% da população adulta infectada pela AIDS. Nossa argumentação deve começar na CASTIDADE e depois:

Falhas do preservativo:

O Dr. Ronald F. Carey, investigador na FDA (Food and Drug Administration), órgão governamental norte-americano responsável por fiscalizar alimentos e drogas, pôs à prova 89 preservativos em uma máquina simuladora da relação sexual, e encontrou que pelo menos 29 deixaram passar partículas do tamanho do vírus da AIDS. A falha foi de 33% (Ronald F. Carey, Ph.D., et al, "Effectiveness of Latex Condoms as a Barrier to Human Immunodeficiency Virus-sized Particles Under conditions of Simulated Use," Sexually Transmitted Diseases 19:4 (July-August 1992), pp. 230-234..

A Dra. Susan C. Weller, da Escola Médica de Galveston, Universidade do Texas, depois de 11 estudos sobre a efetividade do preservativo, encontrou uma falha de 31% na proteção contra a transmissão da AIDS. Diz ela: "Estes resultados indicam que os usuários do preservativo terão cerca de um terço de chance de se infectar em relação aos indivíduos praticando sexo ‘desprotegido’... O público em geral não pode entender a diferença entre ‘os preservativos podem reduzir o risco de’ e ‘os preservativos impedirão’ a transmissão do HIV. É um desserviço encorajar a crença de que os preservativos impedirão a transmissão do HIV. Preservativos não poderão eliminar o risco da transmissão sexual e, de fato, podem somente diminuir um pouco o risco" (Susan C. Weller, "A Meta-Analysis of Condom Effectiveness in Reducing Sexually Transmitted HIV" Soc Sci Med 36:12 ( 1993), pp. 1635-1644, os grifos são dela).

O argumento mais convincente, porém, acerca da ineficácia do preservativo, não é o resultado das duas pesquisas supracitadas. Muito mais simples é pensar o seguinte: os preservativos nunca foram considerados um método eficaz de se evitar gravidez (eu disse gravidez e não AIDS). Os preservativos têm uma taxa anual de sucesso de 85% na prevenção da gravidez. Há uma falha de 15%. (Elise F. Jones and Jacqueline Darroch Forrest, "Contraceptive Failure Rates Based on the 1988 NSFG (National Survey of Family I Growth):' Family Planning Perspectives 24:1 (January/February 1992), pp. 12, 18).

O pior cego é aquele que tem olhos e não quer ver. O Ministério da Saúde sabe que o preservativo nunca foi eficiente para impedir uma gravidez. Sua falha situa-se em torno de 15% (Elise F. Jones and Jacqueline Darroch Forrest, "Contraceptive Failure Rates Based on the 1988 NSFG (National Survey of Family I Growth):' Family Planning Perspectives 24:1 (January/February 1992), pp. 12, 18).

Mas convém lembrar duas coisas:


a) a mulher só engravida em cerca de 6 dias por mês, enquanto o HIV pode infectar uma pessoa durante os 30 dias do mês.
b) o espermatozóide, que consegue passar pelas fissuras microscópicas do preservativo em 15% dos casos, é 450 vezes maior que o HIV! Só a cabeça do espermatozóide (que mede 3 milésimos de milímetro) é 30 vezes maior que o HIV, cujo diâmetro é 0,1 milésimo de milímetro!
Como uma peneira que não consegue reter pedras poderá impedir a passagem de grãos de areia?
[1]

 

 

Mas por que somos contrários ao uso?

Primeiro de tudo por respeito à lei de Deus somos a favor da Castidade e da Vida Humana. E contrários ao Pecar com “segurança” (Sic!).

 

Solteiros

Para se usar a camisinha, antes dela ou junto com ela, vêm o pecado contra a castidade que os solteiros estão cometendo, pois o mandamento é pedido àqueles que ainda não contraíram o matrimônio que se resguardem (Sacramento do Matrimônio). Mantenham se puros em vista da beleza da noite nupcial, da guarda ao esposo(a) e não presos aos sentidos e paixões, mas experimentem o Amor Conjugal. Logo, este uso indiscriminado dos preservativos é uma afronta direta de uma sociedade hedonista, que em busca do prazer sexual descontrolado e ao instinto animalesco busca no ato a fonte de realização pessoal e degradação da pessoal humana, por comportamentos sexuais esdrúxulos e duvidosos. Então quando os doutores da morte, como Varella, chamam de criminosos os católicos por defenderem o não uso do preservativo, eles fingem não entender que somos contrários primeiramente em vista da Castidade querida por Deus, digo fingem, pois eles sabem que é por esta razão, mas como são “agentes” da libertinagem sexual e desmoralização do homem, usam uma argumentação que vai direto no sentimento; prefere que nossos jovens contraiam doenças?

A vontade seria dizer: Não sua Anta! Mas coitado do animal! Antes disso, porque não queremos que uma doença física e principalmente uma doença na moralidade dos jovens, somos contrários, porque somos a favor da Lei de Deus e do bem estar do homem! Ou seja, não podemos cair na deles de argumentar, sobre as doenças, concepção indesejada... etc Porque para nós a concepção e a doença no sexo, antes do casamento, não deveriam ocorrer se o mandamento fosse cumprido! Então nossa argumentação não começa com uma negativa, sou contra, mas porque sou a favor da Castidade. Agora a partir daqui começamos a debater os efeitos da camisinha, que a distribuição não diminui o número de doenças, que o vírus é menor, que pode se romper ... ou seja, primeiro devemos construir a nossa argumentação nos mandamentos, para impormo-nos  contrários a esta mentalidade Freudiana. Por que o mal não esta na camisinha em si, mas naquilo para que o jovem (solteiro) a utilizará e aos riscos que coloca sua vida moral, afetiva e sexual.  E a banalização de algo sagrado como a relação sexual.

Há muito tempo os criminosos estão à procura do crime perfeito. Enquanto isso, o Ministério da Saúde apregoa o pecado seguro. Mas pode haver segurança para quem transgride a lei de Deus?

São Paulo diz que os gentios (os não judeus), "tendo conhecido a Deus, não o honraram como Deus nem lhe renderam graças" (Rm 1,21) E prossegue: "Por isso Deus os entregou a paixões aviltantes. Suas mulheres mudaram as relações naturais por relações contra a natureza (alusão ao homossexualismo feminino); igualmente os homens, deixando a relação natural com a mulher, arderam em desejo uns para com os outros, praticando torpezas homens com homens (alusão ao homossexualismo masculino) e recebendo em si mesmo a paga da sua aberração" (Rm 1,26-27).

Quem profana o sexo, que é tão sagrado quanto a vida, não deixa de receber o castigo. No exemplo fictício dos ladrões, que utilizam coletes a prova de bala, para cometer um crime seguro, o colete a prova de balas de maneira nenhuma asseguraria um "roubo seguro". Mesmo usando o colete, os ladrões poderiam ser atingidos na cabeça, nas pernas ou nos braços. Da mesma forma, o famigerado "preservativo" de maneira nenhuma assegura aos fornicadores, adúlteros, prostitutos e homossexuais um "pecado seguro". [2]

Casados

Onã, porém, sabia que a descendência não seria sua e, cada vez que se unia à mulher do seu irmão, derramava o sêmen por terra, para não dar descendência ao irmão. O que ele fazia desagradava a Javé, que o fez morrer também.” (Gen 38, 9-10).

Existe uma distinção clara entre a moral cristã católica e a protestante, quando falamos de métodos contraceptivos no matrimônio, pois a Igreja Católica é contrária, baseada nos ensinamentos Bíblicos, da Tradição e do Magistério e os protestantes encaram com normalidade e como um “bem cientifico”(relativismo). Mas vamos tratar aqui somente de um método o preservativo na vida matrimonial. Pois os métodos quimicos são abortivos e neste Artigo (sobre Métodos Contraceptivos ) estão bem expostos.

Mas, o uso do preservativo como método contraceptivo no casamento, digo contraceptivo, pois se um marido e uma mulher o usam por medo de doença, já é o fundo do poço a muito tempo, pois novamente a Castidade matrimonial, não foi respeitada de algum dos lados; e pasmem muitos argumentam desta forma mesmo, devido a incidencia de contaminação entre esposos de doenças, o que confirma, a Castidade e fidelidade conjugal não foi respeitada! Somos a favor da Castidade, lembra?

Mas, pensando em um casal fiél, “de igreja” que prefere desobeder o magistério, a tradição e as sagradas escrituras, porque ele acha que tá certo. Bem é este tipo de casal, que mesmo sendo um sinal de fidelidade conjugal, mas também um sinal de não fidelidade aos mandamentos e ensinamentos, que em silêncio contribuem de certa forma para que jovens se prevertam, pois uma desobediência forma desobedientes!

No relato citado acima do Gênesis, qual foi o pecado de Osnã? Ele não permitia que o “coito” ocorrece dentro da vagina de sua mulher (porque ela fora esposa de seu irmão, que morreu e para eles a descendência seria do primeiro marido). Este interropimento do coito de forma “natural” seria o mesmo que de forma “artificial” o preservativo. E a consequencia a morte, sim a morte espiritual e o fechamento para o Amor Fecundo e  para seus filhos jovens, que ao encontrar dentro de casa preservativos, formam um conceito se sexo casual, sem compromisso e sem abertura á vida!

Por isso pais não sejam “agentes” da promiscuidade de seus filhos, colaborando com os planos governamentais, que precisam destruir estes conceitos dentro do lar, de castidade, pureza e obediência!

 

Por Junior Mathias

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