Igreja Una Santa Católica e Apostólica


Dominus Iesus

29/01/2013 19:25

Então Jesus disse-lhes: «Ide pelo mundo inteiro e anunciai a Boa Notícia a toda a humanidade. Quem acreditar e for baptizado, será salvo. Quem não acreditar, será condenado.” (Mc 16, 15-16)

Estamos vivendo um tempo onde o relativismo, tem tirado do coração do homem e dos cristãos, a força das palavras de Jesus, e é muito forte a expressão “será condenado” e ao mesmo tempo muito verdadeira.

O Papa Bento convidou a Igreja, para um ano da fé, mas porque será que veio este mandato do chefe da Igreja visível para nos católicos, será que ele sabe de algo que não sabemos? Porque em 2013 falarmos de fé? Testemunhamos a fé? O que é fé?

Primeiramente devemos entender o que é a fé; é uma virtude teologal, ou seja, uma virtude que proscede de Deus ao homem, mas também uma adesão pessoal. Esta adesão pessoal vem do anúncio de um mistério de salvação e de vida e ao coração que acolhe esta fé, sempre terá um convite, pela graça a atitudes de fé.

Não é possivel crer, e não viver atitudes daquilo que se crê, o cristianismo exige de nós estarmos permeados de atitudes, pois a partir do momento em que dizemos ter fé, e invocamos o nome de Deus em diversas situações, mas não condizemos com aquilos que sai de nossa boca, tudo esta sendo relativisado.  E este tem sido o mal do século para o cristianismo e para a Igreja.  O confessar com a boca sua fé não pode ser um ato privado, não! O cristianismo não é uma religião privativa, mas universal é católica, abrange a universalidade dos povos.

Veja como se tem tirado Cristo do centro pelo relativismo; primeiramente se prega nos meios de comunicação, a busca frenética por paz e prazer e a forma de se encontrar esta paz esta no se equiparar os “deuses” e às crenças, pois todas tem seu bem comum. Depois ataca se diretamente a família, pois destruindo o alicerse do cristianismo é mais fácil perverter a mente, o serne da fé, se já não tem mais afeto, comunhão, união natural, mas, em tudo se enxerga a “bondade” das intenções, e o inatural se torna natural, inicia se a relativisação dos costumes. Tira se sacralidade do sagrado, a começar do Dia do Senhor, o domingo, que sempre foi o dia principal do culto à Deus, e o transforma em mais ”um dia” da semana, e ainda verificamos esta desacralidade, quando a troca deste dia, por outros da semana, até mesmo para a adoração de Deus, para a participação da Missa, tudo por influência de fé relativista, que é o caso dos protestantes,  que participam do culto do dia da semana, por exemplo, pois no domingo não poderá participar, pois tanto faz o domingo ou a segunda ou a quinta... relativismo.

Exorta-nos Bento XVI: “Devemos readquirir o gosto de nos alimentarmos da Palavra de Deus, transmitida fielmente pela Igreja, e do Pão da vida, oferecidos como sustento de quantos são seus discipulos.” Que tristeza sermos lembrados que precisamos nos alimentar de Cristo, em seu corpo e em sua palavra, cadê a nossa fé? Quem a arrancou de nós?

 O Papa como professamos na fé católica, é aquele que nos direciona, nos conduz ao Dominus Iesus (Senhor Jesus) e temos a certeza, que ele precisa ser senssível, às necessidades da Igreja e do povo de Deus, e esta tentando nos mostrar que precisamos redescobrir a nossa fé; para professar, aceitar e acreditar e que não “sejamos condenados”, não só a condenação eterna, mas ao relativismo, ao mundanismo ao “congelamento” do coração, ao ponto do pecado não ser pecado, pois esta é uma “condenação” nesta vida, ser duro de coração, à vontade de Deus, ao juízo da conciência e ao próximo.

 

Por Junior Mathias

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