Igreja Una Santa Católica e Apostólica


Deus que me espera na Comunhão

13/12/2014 17:46

É pão que se oferece no altar e se transforma em um verdadeiro alimento nas mãos de cada sacerdote.

Domingo, dia do Senhor, pude saborear e até tocar a grandeza da Eucaristia. Claro, era mais que um descobrimento, era a presença de Deus que se revelava apesar de estar tão perto, estava celebrando sem me dar conta. Perdoem, era automático, repetitivo, uma simples celebração. Esse valor Eucarístico me caiu com tanta força que me fez despertar e valorizar. Era um Jesus cheio da luz daquela ceia com seus discípulos, que me estava gritando: “Este é o meu Corpo... Este é o meu sangue”.

Nesse momento, “Consagração”, abriu- se a porta da verdade na presença real de Cristo que se oferece por nós todos, sem exceção. Era O mesmo e Único Jesus que tomava o pão em suas mãos e ao toma- ló, não somente se oferecia, mas também se consagrava ao mundo para ser alimento e sustento. É uma ação por todos onde ninguém, sem exceção, fique de fora. Jesus se dá por inteiro. Ele ama e ao amar pode doar- se, presentear- se e dar- se para sempre.

Neste momento, tão sublime, quando as mãos sacerdotais traçavam a cruz e ofereciam ao mundo as oferendas banhadas pelas palavras da consagração, brotava, talvez, saltava a graça da presença amorosa e silenciosa de Deus para a salvação da humanidade. Contempla-se um Deus que se oferece sem ter em conta nossa debilidade e distancia.

É a tomada de consciência que me faz abrir ou me dar conta da consciência clara e fervorosa da presença augusta de Jesus na Hóstia Consagrada. É algo que vai crescendo, jamais diminuindo. É como se Deus no meio da tragédia da cruz se abraçasse mais a ela para não solta- lá e deixar- se vencer pela tentação do abandono. A resposta é cada dia maior e mais forte, ainda que isto suponha muito sacrifico, inclusive a morte.

Motiva- se a própria vida e essa pertencia ao Senhor que já não pode retroceder, senão aceita- lá, vive- lá e da- lá a conhecer. Já não é um simples pão que se oferece pela mão do camponês ou do vinho do melhor vinhateiro, é a Igreja, que como enviada, oferece e torna possível para que se possa contemplar a presença de Jesus com toda sua presença, seu amor e o poder de curar a todos os que o aceitem como Salvador e Senhor da história.

É-nos imposto, como um cortês e delicado escultor que traz à tona a verdade e a melhor figura. É um evento milagroso que desperta, bate e perde o sono, para que não se esqueça de que é Deus e não outro. Sua presença nos deixa sem fôlego, mas não mudo porque as palavras humanas a presença do amor dos amores atualizado.

É porque o sacerdote que, devidamente ordenado, pronuncia as palavras pronunciadas por Jesus na Última Ceia com seus discípulos e ao fazê-lo, como um presente de amor, Jesus oferece e é dado para o bem. Cada sacerdote torna-se um instrumento oferecido por Deus para entregar o que prometeu. É feita, por cada sacerdote, com as mãos, os olhos, a presença de Deus, para nutrir e abençoar a humanidade.

Esse pão é oferecido no altar e se torna uma comida de verdade nas mãos de cada sacerdote que é compartilhado e entregue como um sacramento de amor e apoio. É a força da vida de Deus que penetra e faz mover a vida do sacerdote para que se torne o doador de todo o bem para a vida da humanidade.

Em cada sacerdote é a presença de Deus na liberdade de aceitação e compromisso com a vocação. Agora, o que importa não é a posição, a comida ou a perseguição, é e deve ser, a resposta em serviço altruísta para chegar a todos. Então, para viver este evento "tão grande" outros são inspirados e viver em sua vida com a grandeza do amor em um altar que alimenta e dá vida.

A experiência do evento eucarístico desperta os caminhantes de Emaús o estilo para perceber que Jesus revela e explica o seu verdadeiro amor. As escamas caem dos olhos; tampões de ouvido; paralisia dos membros e testemunho silencioso para embarcar na experiência de Deus pão e sustento. Ele é um Deus na Sagrada Comunhão por determinado período. É um pão que é capaz de se repartir ao alcance de todos. Tudo porque esta partilha é o mais belo e expressivo de cada sinal de Cristianismo. Essa divisão define Deus.

Seja, então, é o ato mais sublime e real que Jesus realiza permitindo a mistura de pobreza que precisamos e riqueza que ofereceu incapaz de parar, porque essa é a essência "natural" de Deus para nós. Portanto a comunhão é tão necessária para nós que ninguém pode negar.

Assim, quando alguém percebe isso e vive já não pode recusar-se, pelo contrário, ele se liga mais, porque é parte do caminho. Todos os caminhantes precisam de pão, sem o pão não podem subsistir.

Por Tiago Rodrigo Silva

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