As 13 estratégias Comunistas para acabar com o Cristianismo.

08/06/2013 10:52

Você poderá analisar 13 estrátegias já utilizadas em outras nações durante Ditaturas Comunistas e verificar o quanto elas se assemelham com ás táticas sendo utilizadas pelo governo que por "mera" coincidência tem o seu número 13!

1. Separar dos seus 'aliados estrangeiros' as comunidades protestantes, e desvincular do seu centro romano as instituições católicas. Em vista disto, deveriam ser dispensados todos os Núncios Apostólicos (representantes do Papa) acreditados nos países COMUNISTAS. A razão oficial para tanto era que esses Núncios haviam sido acreditados junto a Governos anteriores aos COMUNISTAS. As Nunciaturas ficaram abertas, como de costume em tais casos, durante certo tempo, mantidas por diplomatas subalternos; mas foram finalmente fechadas, visto que nenhum outro credenciamento de Núncio Apostólico era possível.

2. Decapitar as comunidades locais, caluniando, ao máximo, os seus chefes: entre os católicos, eram assim considerados os Cardeais, os Arcebispos e os Presidentes das Conferencias Episcopais; entre os protestantes, tal ou tal Bispo calvinista ou luterano, cujo prestígio tivesse repercussão nacional. A campanha de calúnias seguiram-se processos e sentenças condenatórias, baseadas em acusações mentirosas. Em certos casos, por motivos táticos, os COMUNISTAS se contentavam com a prisão domiciliar da autoridade religiosa, com proibição de receber visitas e de intervir em atividades pastorais. A coordenação bem planejada desses ataques aparece com muita evidência a quem considera as datas dos processos e das sentenças condenatórias.

3. Destruir a unidade do clero, suscitando o "Movimento dos Padres para a Paz", aos quais as autoridades civis reservavam as melhores paróquias. Tais sacerdotes eram enviados a todo tipo de reuniões ou manifestações em prol da paz tanto no interior do país quanto no estrangeiro. Seguiam as orientações do Governo, e não as da Santa Sé.

4. Dividir entre si os Bispos privados de seu chefe, sendo então abertamente favorecidos alguns tidos como 'compreensivos', e atacados sem tréguas os 'durões' e os 'reacionários'.

5. Romper todos os vínculos que ainda pudessem existir entre os sacerdotes e os fiéis leigos, decretando a dissolução de todas as agremiações religiosas, paroquiais ou de juventude, inclusive as Ordens Terceiras das grandes famílias religiosas: franciscana, dominicana, carmelita, agostiniana.

6. Para evitar todas as modalidades de réplica da Igreja, foram nacionalizados todos os seus bens: terras, propriedades, edifícios, etc.

7. Para melhor ensinar a nova ordem social e a compreensão do socialismo em construção, os diversos governos fecharam os Seminários diocesanos e organizaram Grandes Seminários regionais, cujos professores deviam pedir o Beneplácito das autoridades estatais. A admissão nos Grandes Seminários foi limitada por um numerus clausus (número fechado); a autoridade civil encarregada dos assuntos religiosos é que definia o número exato de Seminaristas que poderiam ser aceitos para cada diocese. Antes da ordenação sacerdotal, o candidato devia pedir o Beneplácito do Governo para tanto. Antes de assumir uma função pastoral (de Vigário até Bispo), todo eclesiástico devia prestar juramento de fidelidade ao regime.

8. Para controlar a fidelidade dos eclesiásticos, em cada República Popular foi criado um Comitê governamental de Assuntos Eclesiásticos, cujos funcionários tinham pleno poder de controle, indo até a revogação da autorização de serviço pastoral quando o interessado caia na desgraça dos funcionários.

9. Para evitar toda influência religiosa sobre a juventude, o ensino do Catecismo foi proibido nas escolas e severamente regulamentado nas paróquias. Era o Comitê de Assuntos Religiosos que definia o número de aulas e o número de alunos matriculados no Catecismo. Ao contrário, o materialismo científico e ateu tornou-se disciplina obrigatória no ensino público desde o grau maternal até as Universidades.

10. Para quebrar o dinamismo do pensamento cristão. Congregações e Ordens Religiosas foram extintas, com exceção das da Polônia e da Iugoslávia em virtude de razões políticas. Na Polônia, durante a ocupação alemã, as Religiosas e os Religiosos, assim como os presbíteros, pagaram pesado tributo por causa da sua fidelidade à pátria. Cerca de seis mil sacerdotes poloneses foram internados em campos de concentração nazistas. Seja mencionado, entre outros, o Pe. Maximiliano Kolbe. — Na Iugoslávia, se o Marechal Tito tivesse fechado as Ordens Religiosas, teria sido acusado de hostilidade para com os croatas — coisa que ele queria evitar a todo preço, pois Tito tinha bom número de problemas com 'os seus' croatas. . . Por conseguinte, contentou-se com o extermínio de certo número de Religiosos, enquanto outros foram encarcerados, sempre, porém, 'por motivos pessoais'. . .

11. Paralelamente à destruição das Ordens Religiosas, as escolas, os hospitais e os pensionatos cristãos foram estatizados. Sob a nova direção, todo o espírito cristão desapareceu dessas instituições. Todo professor que quisesse praticar a sua religião, foi imediatamente dispensado. Também na Polícia e no Exército a prática da religião era severamente proibida; o mesmo ocorria nas repartições públicas, quaisquer que fossem.

12. A fim de que ninguém pudesse protestar contra essas medidas vexatórias ou contra as calúnias, não raro, muito grosseiras, disseminadas contra a fé, a imprensa escrita, radiofônica e televisionada foi estatizada e posta sob o constante controle do Departamento de Ideologia e de Propaganda do respectivo Partido Comunista. Todas as tipografias e editoras sofreram a mesma sorte. Qualquer infrator dessas disposições — autor de folhas volantes clandestinas — era sujeito à pena de dez a vinte anos de trabalhos forçados. Cada máquina datilográfica pessoal era registrada no Departamento de Polícia; antes de poder comprar um mimeógrafo, era preciso que o interessado obtivesse a permissão escrita da Polícia política até 1960; em vários países. . . até o fim da década de 70.

13. Toda crítica ao regime ou ao Governo era passiva de pena. A Polícia política controlava a observância das suas 'disposições legais'. Até certos vocábulos e certas histórias eram classificadas em categorias sujeitas a penas de um, três, cinco ou até dez anos de prisão ou de campo de concentração.

Fonte: http://www.pr.gonet.biz/

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