Igreja Una Santa Católica e Apostólica


Anunciar Jesus não é ensinar uma teoria

14/08/2013 08:57

Você já deve ter visto pessoas que voltando de grandes eventos como JMJ, retiros, encontros pastorais dizendo: “Deus em sua infinita misericórdia me converteu, pude mudar de vida, ter novos sonhos, ter esperança, tudo passou a ter mais sabor...” Mas... E agora?

 

Essa tem sido a história de muitas pessoas que em determinados momentos da vida tem a graça da conversão, a graça de por iniciativa divina, chamado a estar com Deus e os irmão na comunidade eclesial. Mas o chamado deve ter uma continuidade e é ai que você, sim você que está lendo e já estava pensando em compartilhar o texto entra na história.

 

A formação, o cuidado e porque não dizer o “zelo” desse novo convertido passar por você.

 

Muitas das vezes essas pessoas que querem ser inseridas na realidade eclesial encontram barreiras impostas pelo “cristão profissional”, sim, aquele agente pastoral que “se não der o amém, não teve encontro”.

 

O acolhimento não deve ser um ato falso, forçado ou teatral. Acolher é se importar, “estar com” e “fazer com” não é só ficar do lado... Já pensou o que seria de São Paulo se não fosse Ananias a acolher e Barnabé para conduzir aos Apóstolos? (Atos, 9, 10-28)

 

Ajudar na formação integral e na formação humana são peças fundamentais para fixar as raízes do neo convertido a uma vivência cada vez maior de sua fé.

 

Mas, qual é a proposta da Igreja nesse sentido?

 

A formação catecumenal, próxima, humana e gradual que leva a maturidade da fé. Não podemos anunciar aquilo que “vimos, ouvimos e tocamos” (Cf. I Jo, 1, 1-3) sem ver, ouvir e tocar! Jesus não é uma “teoria” é uma pessoa. É Deus na história! É Deus que quis ver, ouvir e tocar, ser tocado, se deixar encontrar.

 

Essa maturidade de fé e de vida, passa por você batizado e já convertido já a muito tempo, que pode ser novo Ananias, para acolher - sem reserva - ao recém convertido, ou um novo Barnabé para levá-lo aos Apóstolos.
 

Que nesses dias de grandes tribulações para a Santa Igreja, para a fé autentica em Jesus Cristo, que possamos ser colaboradores da graça de Deus e ajudarmos a conduzir como Ananias e/ou possamos apresentar a fé apostólica como Barnabé. Para que eles possam experimentar a grande alegria de fazer parte do Corpo místico de Cristo na sua Igreja.

 

Catecismo da Igreja Católica, Canon 1248:

1248. O catecumenato, ou formação dos catecúmenos, tem por finalidade permitir a estes, em resposta à iniciativa divina e em união com uma comunidade eclesial, conduzir à maturidade a sua conversão e a sua fé. Trata-se duma “formação e de uma aprendizagem de toda a vida cristã”, mediante a qual os discípulos se unem com Cristo seu mestre. Por conseguinte, sejam os catecúmenos convenientemente iniciados no mistério da salvação, na prática dos costumes evangélicos, e, com ritos sagrados a celebrar em tempos sucessivos, sejam introduzidos na vida da fé, da Liturgia e da caridade do povo de Deus.

 

Por Marco Antonio

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