Igreja Una Santa Católica e Apostólica


19º Semana do Tempo Comum

11/08/2013 22:06

Primeira Leitura (Sb 18,6-9) Segunda Leitura (Hb 11,1-2.8-12) Evangelho (Lc 12,32-48)

Lectio Divina

Como um pequeno rebanho em prontidão

A longa espera do Senhor poderia ter como efeito, no coração do discípulo, a lassidão, a tibieza, a falta de interesse, até o desânimo. E, com elas, o risco de agir em total desconformidade com a vontade do Pai. Daí a importância da exortação de Jesus a não se deixarem levar pelas solicitações mundanas, as quais persistem até hoje em nosso tempo, tentando-nos a abandonar as promessas do Senhor, e claro, desistir desta Filiação Divina. E como proposta, a maneira mais conveniente de esperar o Senhor, consiste em desapegar-se dos bens deste mundo, visto que nossa meta está na busca apenas do tesouro inesgotável no céu, que está a salvo da ação dos ladrões e das traças.

A maneira prática de desfazer-se das coisas desnecessárias, às quais o coração se apega, resume-se em vendê-las e dá-las aos pobres. O Evangelho de hoje nos alerta para o risco da posse avarenta de bens desta terra. Agindo assim, o discípulo, ou seja, cada um de nós desloca o centro de seus interesses do Reino para os bens materiais. E, com isso, torna-se despreparado para o maravilhoso encontro com o Senhor.

Seu coração não estará no Reino, e sim nos bens acumulados. E hoje? Onde está o meu e o teu coração? Se nos bens desta terra, essa é a atitude insensata de quem desconhece a hora em que virá o Senhor. Mas se está no Senhor, na Sua Graça, o discípulo que permanece de prontidão predispõe-se para encontrar o Senhor, qualquer que seja a hora em que ele chegue. Quem age assim, é chamado de "bem-aventurado", pois experimentará a alegria de ser acolhido pelo Senhor que vem. Por conseguinte, nada de se deixar seduzir pelas riquezas, a ponto de se esquecer desse encontro com Ele. 

Supliquemos que Espírito de prontidão mantenha-nos em contínuo alerta, à espera do Senhor que vem, libertando o meu e o teu coração do apego exagerado aos bens desta terra, e que a Virgem Maria nos ensine a dizer o “sim” à vontade de Nosso Senhor.

Santo domingo, e rezemos por nossos queridos pais.

 

Por Carlos Guilherme

 

 

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